Peça para piano favorita do momento: Sonata número 2 de Shostakovich.
Interpretação de Maria Yudina.
Peça para piano favorita do momento: Sonata número 2 de Shostakovich.
Interpretação de Maria Yudina.
Hoje o Mailbox do Totalbiscuit foi muito bom.
A primeira resposta é exemplar, pra dizer o mínimo. O assunto é sobre vício em videogames.
Nos links abaixo você encontrará em MP3 TODAS as sonatas para piano, de Ludwig van Beethoven, interpretadas por Paul Lewis.
Este blog já havia publicado a edição integral das sonatas tocadas por Stephen Kovacevich. A diferença da atual postagem para aquela é que os arquivos de áudio estão separados por faixa, movimento por movimento. De modo que fica mais fácil, por exemplo, ouvir aquela terceira parte da Tempest, ou o curto mas espetacular segundo movimento da Hammerklavier – embora o legal mesmo é, claro, ouvir a sonata de cabo a rabo.
Este que vos escreve faz questão de reiterar que não procura, com essa publicação, prejudicar o artista ou a gravadora. O preço de uma coleção dessas, importada, é tão proibitivo para o bolso do brasileiro médio que seria impossível, não fosse a internet, ter contato com produções artísticas desse porte. A beleza salvará o mundo e não deverá cobrar entrada. No entanto, se você tiver dinheiro suficiente e gostar da obra, sugiro que a compre em sites como a Amazon. Quem pode, deve prestigiar o artista.
Caso prefira, os arquivos originais, em FLAC, estão neste torrent. Por favor, reportem qualquer problema nos arquivos MP3 aqui disponibilizados.
CD3 – Sonatas no. 9, 10, 21 e 24
CD7 – Sonatas no. 12, 13, e 14
É um tremendo encorajamento para os movimentos de direitos humanos nos Estados Unidos: a faculdade de direito de Columbia publicou um estudo detalhado sobre a execução de um inocente no Texas.
A matéria do Guardian, que conta o caso de Carlos DeLuna, é dolorosa. Confundido com o real assassino (cuja existência as autoridades judiciais descartaram como ficção do acusado), DeLuna foi condenado à morte por um assassinato que não cometeu. Até o último momento afirmou sua inocência. Foi executado por injeção letal em 8 de dezembro de 1989. O assassino, um outro Carlos, Hernandez, extremamente parecido com DeLuna, não respondeu ao crime.
Via boingboing.
“When Barcelona reached the 1986 European Cup final, a 15-year-old ballboy raced on to the pitch and pleaded with Victor Muñoz, scorer of the decisive penalty against Gothenburg in the shootout, for his shirt. The ballboy was Guardiola. During one match against Madrid he ran up to the referee and told him he was playing with the emotions of an entire nation, and he was not talking about Spain. When Andrés Iniesta was a kid, there were two posters on his wall at La Masía: one was of Catherine Zeta Jones, the other was Pep Guardiola. Cesc Fábregas still treasures the signed Guardiola shirt he was given as a youth-team player at the club.”
Guardiola saiu. Guardem os VTs.
Aperta o cerco sobre Rupert Murdoch: http://www.independent.co.uk/news/uk/crime/hacking-scandal-the-net-tightens-on-the-murdochs-7661722.html
“The imbalance has spawned speculation that peripheral countries in Europe with vulnerable frontiers likesuch [sic] as Greece are being exploited in terms of defence spending by wealthier states at Europe's core.”
Aqui, ó: http://www.guardian.co.uk/world/2012/apr/19/greece-military-spending-debt-crisis
Segundo o Uol, a menina da foto que ganhou o Pulitzer chama-se Afghan Shia Muslim. Não estou brincando: clique aqui e vá até a legenda da foto. Ou clique aqui para ver um print screen.
É o mesmo que legendar uma imagem de uma menina brasileira dizendo que ela se chama Brasileira Cristã Evangélica.
O nome da menina é Tarana Akbari. Veja na legenda da foto aqui. Na certa o retardado viu uma legenda como essa e achou que as primeiras três palavras fossem o nome da menina.
Não foi só um lapso. É claramente sintoma de despreparo intelectual para a profissão.
Para lembrar das vítimas do tsunami do ano passado, os japoneses armaram um coral de 10 mil pessoas e tocaram a nona de Beethoven (não sei se inteira… aí embaixo está apenas o último movimento).
É de arrepiar e chorar. Intencionalmente universal, ouvir a nona suscita o que tem de mais próximo da experiência religiosa para quem não é religioso. Adoro o que Beethoven representa, o que essa sinfonia representa, e adorei o que representaram 10 mil japoneses lembrando uma tragédia colossal da maneira mais catártica possível.
Foi uma experiência religiosa sem apelo ao sobrenatural, como dizem.
Lars von Trier estava errado. Quando o mundo acabar, quero ver a Terra derreter ao som da nona.